Olá!

Sexta-feira, 1 de Junho de 2012

Aquele que assina por baixo!

O Hipólito, grande amigo e filho da escola, não é um dos comentadores mais assíduos, mas acredito que visita este blog com bastante frequência, pois quando a matéria lhe interessa não falta com o seu comentário. E faz questão de assinar por baixo, porque recorrer ao anonimato não lhe está na massa do sangue. Faz muito bem e eu alegro-me por isso.
Como já aqui referi, tenho muitas fotografias da nossa festa dos 50 anos, mas não me tenho sentido particularmente entusiasmado em publicá-las aqui, por haver muito poucos filhos da escola a visitar este blog. Dei-me ao trabalho de enviar algumas directamente por e.mail a alguns deles e nem sequer me responderam. Mas hoje vou deixar aqui meia dúzia delas onde aparece o Hipólito e espero que ele aprecie o meu gesto.










Quinta-feira, 31 de Maio de 2012

Reflexo de mim mesmo!


Olhei-me ao espelho e não vi um velho decrépito de quase 70 anos.
Bem. deixem-me começar a história pelo princípio. Durante 32 anos consecutivos fiz a barba todos os dias para me apresentar condignamente nos escritórios da empresa multinacional que me dava emprego. Desde que me reformei, perdi esse hábito, talvez por não sentir necessidade de tanto esmero com o meu aspecto ou por preguicite aguda. Por brincadeira digo, ás vezes, que é para poupar nas lâminas, pois a crise toca a todos.
Pois então hoje foi dia sim, esquecendo a crise e a poupança nas lâminas, plantei-me em frente ao espelho e olhei nos olhos o indivíduo que do outro lado me fitava sem desviar os dele por um segundo que fosse. Depois rebobinei a cassete que a minha médica de família me pôs a tocar na semana passada e carregando no play comecei a ouvir:
- Sr. Silva, estamos muito mal. O senhor esquece-se que é um velhote obeso, hipertenso, diabético que não quer saber de seguir as minhas recomendações nem tomar a medicação que lhe prescrevo e agora sofre também de insuficiência cardíaca. Que hei-de fazer consigo?
É claro que ninguém gosta de ouvir más notícias e o que a médica me disse me deixou preocupado, mas faço os possíveis por pensar pouco nisso. Já basta existir o mal, para que havemos de nos martirizar com ele? Ela prometeu-me uma ida ao cardiologista para que ele decida o que fazer. Se há necessidade de intervenção cirúrgica, se basta fazer uma medicação de prevenção e toda essa marmelada de que vocês também já devem ter ouvido. Mas não vou preocupar-me com isso por agora. Para as más notícias tenho tempo de sobra.
Pus de lado os pensamentos, escondi-me atrás de uma máscara de espuma de barbear, peguei na gilette e deitei mãos à obra. Ao fim de uns minutos de grande empenho e duas mãos cheias de água fresca, olhei de novo para o espelho e não vi um velho doente a olhar para mim do outro lado do vidro. Deve ser do hábito de o ver todos os dias, porque me pareceu o mesmo de sempre, jovem saudável, bem disposto e pronto para o ataque. Será que o espelho é mentiroso e me está a esconder qualquer coisa? Nãããã, não vou nessa. Eu sou como o S. Tomé, acredito naquilo que vejo!

Um coelho na cartola!

Vocês ouviram o Passos Coelho afirmar, ontem no Parlamento, que não demitiria um ministro só porque ele tinha enviado uns SMS? E acham que ele convenceu alguém? Quanto tempo vos parece que vai demorar para o Zé Povinho perceber que anda a ser enganado?
Costuma dizer-se que devemos ouvir (e seguir) os conselhos dos mais velhos, pois eles têm mais experiência da vida e conhecimentos que nós não temos. Então oiçam o que diz o "velho" Tio António.


Pois eu, em boa verdade, não acreditei numa única palavra do que disseram os amigos Coelho e Relvas. Eles lá vão tratando do seu tachinho, protegem-se um ao outro e nós ficamos com cara de tansos. Pode demorar algum tempo, mas eles vão acabar por espalhar-se e então será a nossa vez de nos ficarmos a rir.

Quarta-feira, 30 de Maio de 2012

A outra crise!

A crise anda na boca de todos os portugueses. Houve até um canal de televisão que foi para a rua questionando as pessoas, principalmente as mais jovens, sobre o significado da crise. As respostas ouvidas da boca daqueles que ainda não têm responsabilidades no pagamento das facturas falavam do desemprego, da falta de dinheiro para comprar aquilo a que estavam habituados, dos pais não conseguirem pagar a prestação da casa, de ir menos vezes aos restaurantes e por aí fora.
Basicamente, quando se fala de crise referimos-nos à económica e financeira. E todo o mundo se esquece de outra que, se calhar, é mais importante, pois está na origem daquela que nos aflige. Refiro-me à crise de valores que me parece ser hoje um dos maiores males da sociedade portuguesa. Quem só viveu e foi educado depois do 25 de Abril não teve condições para aprender aquilo que é a vida. Estudou pouco, foram pouco exigentes na sua formação, sabe pouco e não aprendeu a ter respeito por nada nem por ninguém.
Eu considero que essa é a principal razão porque estamos onde estamos. Temos à frente do nosso país uma rapaziada mal formada que pensa apenas nos bens materiais como se eles fossem a mola real da vida e não se questiona pela miséria moral em que o país vive mergulhado. Veja-se a situação da Justiça, de que o caso mais recente, «Relvas e as Secretas», é o verdadeiro paradigma. Vivemos num verdadeiro lodaçal e sem salvação á vista. Deixo-vos esta historieta para dar mais realce àquilo que quero dizer.
ooOoo
Num rio largo e profundo trabalhava um barqueiro simpático e experiente, que atravessava na sua pequena canoa as pessoas de uma margem para a outra. Certo dia, entraram na sua canoa duas pessoas cultas: um advogado e uma professora. No meio da viagem, o advogado quebrou o silêncio, perguntando ao barqueiro: 
- Você sabe alguma coisa de leis? 
- Não, senhor, respondeu sorrindo o barqueiro. 
- Que pena! Perdeu metade da vida – disse compadecido o advogado. 
A professora também quis fazer graça e alarve da sua sabedoria e perguntou: Você sabe ler e escrever? 
- Não sei, minha senhora. 
- Que pena! Perdeu metade da vida. 
A canoa continuou a deslizar, mas uma corrente forte fê-la virar e todos caíram à água. E o barqueiro, perguntou: 
- Vocês sabem nadar? 
- Não, gritaram eles. 
- Que pena! Perderam as vossas vidas.

Terça-feira, 29 de Maio de 2012

Deus o oiça!

Estou aqui sentado em frente do monitor e com um olho na televisão, onde o PM espanhol, Mariano Rajoy, jura com toda a convicção que a Espanha não vai precisar de resgate algum e que as coisas brevemente entrarão nos eixos. Que se prevê, para este ano, um deficit de apenas 1% e que para o ano a coisa vai melhorar com toda a certeza.
Como a sorte ou o azar deles está intimamente ligado ao nosso, espero que ele não esteja enganado e que as coisas comecem de facto a melhorar rapidamente. Com um desemprego na ordem dos 24% é caso para qualquer um entrar em pânico, mas se ele acha que a Espanha conseguirá lidar com isso, quem sou eu para discordar. E a verdade é que há cerca de 10 anos estiveram numa situação semelhante e conseguiram sair dela e entrar numa fase de grande prosperidade. Que agora aconteça o mesmo é tudo o que eu mais desejo!

Visitantes e leitores do Brasil!

Houve tempos em que me queixava da falta de visitas de leitores brasileiros neste blog. Nunca cheguei a perceber se eles não existiam de facto ou se os contadores de visitas, por qualquer razão, os não registavam. Introduzi uma série de contadores diferentes e eles começaram a aparecer e a aumentar progressivamente. Não sei o que os induz a visitar-me, pois nunca nenhum deles deixou um comentário.
Há dias adoptei um novo contador (da Neocounters) e como se pode ver já lá estão registavas algumas visitas, a maior origem logo a seguir a Portugal. Apraz-me também verificar que já lá aparecem também visitas de Angola e Moçambique e até uma de Taywan (Formosa). Este país que os chineses não reconhecem como tal é uma espécie de Ilha da Madeira (mas muito maior) que decidiu separar-se da China por não estar de acordo com a política comunista seguida na China continental. Quanto ao visitante, fico a pensar se será algum português que anda por lá perdido ou algum Taywanês que entrou por curiosidade ou para ver alguma fotografia.
Mas principalmente gosto de saber que há muitos irmãos do Brasil a ler o que escrevo. Talvez assim eles aprendam a preservar a Língua de Camões e transmiti-la aos seus descendentes. Sem a assassinarem muito!

Segunda-feira, 28 de Maio de 2012

Faz hoje 86 anos que ...!

... os militares portugueses se cansaram de aturar os políticos que os governavam (mal) e pegaram em armas para pôr ordem na coisa. Tudo começou em Braga com o General Gomes da Costa a assumir o comando dos descontentes e acabou em Lisboa, no dia 6 de Junho de 1926, à frente de 15.000 soldados para pôr fim à 1ª República que tinha transformado o país num completo caos.
Depois disso sucederam-se a 2ª e a 3ª Repúblicas que não nos deram muitas mais alegrias do que a primeira. Com a revolução dos cravos, em 25 de Abril de 1974, iniciou-se a 4ª República e se perguntarmos aos portugueses se estão melhor que os seus antepassados da 1ª República o mais provável é obtermos uma resposta negativa. Os mais optimistas talvez nos lembrassem aquela fábula do cão e do lobo que enaltece o valor da liberdade vivida pelo lobo, embora com as costelas encostadas à pele pela fome que passa, em detrimento da boa vida que leva o cão que a paga em subserviência ao seu dono que mostra abanando o rabo de contente preso pela trela.


Assim vivemos nós hoje em Portugal. Uns cheios de fome e sem solução à vista para os problemas que lhe chovem em cima de todo o lado, acossados por políticos corruptos que os perseguem e roubam até ao último cêntimo produto do seu esforçado e honesto trabalho. Outros refastelados à sombra da política e vivendo na abundância daquilo que é roubado aos seus familiares amigos e concidadãos.
Não vos parece que é chegado o momento de aparecer outro Gomes da Costa, seja em Braga, nas Caldas ou em Cuba (do Alentejo)? De tantos militares que vivem bem à custa daqueles que se vêem "gregos" para que lhes seja garantido o salário ao fim do mês, não haverá um, um único, que seja homem suficiente para dizer basta e pôr-se à frente dos outros para acabar com este estado de coisas? Da 4ª República já estamos todos fartos e vai sendo tempo de lhe prepararmos o funeral.
Não se pode esperar que sejam os civis desarmados a levantar-se contra um governo que os oprime. Correriam o risco de ser dizimados pelas armas daqueles que até hoje não provaram estar em desacordo com o compadrio e corrupção que nos governam. Precisamos das armas e de militares honestos que as saibam empunhar em defesa do Povo Português que está a ser condenado a um futuro de miséria para pagar as dívidas monstruosas criadas pelos ladrões que nos têm roubado, e continuam a roubar, desde o 25 de Abril de 74.
Nesta data em que se comemora o 86º aniversário do Golpe Militar de 28 de Maio de 1926, parece-me chegado o momento de dizer basta e gritar.. «ás armas», pelo Povo de Portugal.

Domingo, 27 de Maio de 2012

Macedónia... uma salada!

Estava aqui a dar voltas à cabeça pensando naquilo que pudesse ser um bom assunto para vos dedicar umas linhas que vos deixassem bem dispostos quando, pela manhã, lhe pusessem os olhos em cima. A primeira coisa que me passou pela cabeça foi falar da Macedónia, porque tendo sido o nosso primeiro adversário nos jogos de preparação para o Europeu, talvez despertasse o vosso interesse. Mas depois lembrei-me que um jogo que acaba em 0 a 0 não pode ser um assunto que agrade a qualquer português que goste de futebol, ou o deixe bem disposto ao acordar num domingo de manhã.
Dei a volta por longe, para disfarçar, e pensei contar-vos a História dos macedónios, não aqueles que cá vieram jogar hoje, mas os que viveram na Grécia antes (muito antes) desta crise que nos traz a todos loucos, como é o caso do Alexandre Magno que morreu há 2.335 anos que se completam no próximo dia 10 de Junho. Mas pus-me a pensar que, se calhar, vocês não querem saber disso para nada, pese embora o facto de o Alexandre Magno ter sido um grande homem que deu grandes coisas à Grécia e que faria hoje muito jeito para ajudar os gregos a lidar com a Alemanha que tem a mania que manda em todo o mundo.
Abandonada esta ideia, mas ainda coma a Macedónia a ocupar-me os pensamentos ( ainda me custa a crer que o Paulo Bento não tenha incutido nos seus guerreiros o valor necessário para derrotar aquela equipa considerada de 3ª linha) lembrei-me da minha primeira visita a Itália, há muitos anos, e de um empregado de mesa me ter perguntado se eu queria uma macedónia para sobremesa. Como não fazia a mínima ideia de que raio estava ele a falar pedi um café, paguei a conta e pus-me a andar. Só muito tempo depois descobri que macedónia não é mais que uma salada de frutas que, só por acaso, é uma das minhas sobremesas favoritas.
Aqui chegado pareceu-me boa ideia abandonar o assunto "Macedónia" e esperar que no próximo sábado o nosso treinador já tenha os rapazes mais bem preparados e prontos para nos dar uma alegria que bem precisados andamos disso.
Mas, mesmo assim, tinha que arranjar algum assunto que me servisse de mote para o post de hoje, até porque são horas de pôr um ponto final neste sábado que já vai longo e ir dormir um pouco para receber de bom humor o domingo que já vem aí a caminho. Estava eu neste impasse quando me lembrei de uma série de imagens que recebi do Valdemar (o que vive do outro lado do mundo e já está a ver o sol a pôr-se quando ler isto) e que poderiam servir para vos contar a história engraçada do meu primeiro ano de casado.


Mal saí da Briosa comprei uma mota, uma velha BSA de 250 cm3, para continuar a fazer a vida de saltimbanco que tinha levado em Lourenço Marques, durante a última comissão na CF8. Seis meses depois tinha casado e vinha a minha filha mais velha a caminho. A irmã mais nova da minha mulher tinha apenas 6 anos de idade e uma grande afinidade com a irmã o que fazia com que vivesse permanentemente connosco. Quando nos deslocávamos usávamos a mota (ainda não havia dinheiro para carros), viajando a minha cunhadita encavalitada em cima do depósito da gasolina.
Meses depois nasceu a minha filha e o meio de transporte era ainda o mesmo, ou seja, a BSA passou a carregar com 4 passageiros em vez de 3 e sem se queixar. Tenho a certeza que vocês conseguem imaginar o quadro, mas deixem-me garantir-vos que nunca pensei na hipótese de levar a minha mulher na posição em que a foto retrata. Naqueles tempos não havia ainda a ideia de que sexo oral era coisa corrente e banal, mas, como diz o ditado..., a ocasião faz o ladrão!

Sábado, 26 de Maio de 2012

Boa malha!


Quando DEUS criou os maridos, prometeu às mulheres que os maridos bons e ideais seriam encontrados em todos os cantos do mundo...
Depois..., depois fez a Terra redonda !

Roupinha desajustada!


Por qualquer razão que não consigo perceber a roupa da miúda não se ajusta bem ao seu corpo. Se preferirem podem tirá-la que eu não me importo!
Bom fim de semana e divirtam-se!

Mandar porcos no Alentejo!

A trapalhada em que o ministro Relvas se meteu (e eu acredito que está metido até ao pescoço) não deveria ter outra saída a não ser fazê-lo perder o emprego, emprego que ele não fez nada por merecer diga-se de passagem. Não quero perder muito tempo a falar no caso, pois já tivemos uma dose "King-Size" durante o dia de hoje em tudo o que é canal televisivo. Quero apenas dizer que muito mal vai Portugal quando tem que nomear um tipo desta craveira para ocupar um dos lugares de topo no governo da república.


Só me apetece é dizer-lhe que tenha vergonha e que vá mas é mandar porcos para o Alentejo que é aquilo que se costuma dizer quando aparece um tipo com a mania de mandar em tudo e não percebe nada da poda. Eu tenho visto de tudo na política em Portugal, mas tanta falta de jeito como a que este ministro demonstra não tinha visto ainda.
Estamos bem entregues! Que Deus nos acuda!

Sexta-feira, 25 de Maio de 2012

Manda quem tem dinheiro!

 «Durante uma conferência, no Porto, sobre o futuro das profissões, Belmiro de Azevedo afirmou também que é possível haver mais emprego no sector privado, se o Estado assumir parte do ordenado dos trabalhadores. 
O fundador do grupo Sonae critica a postura da Alemanha, como o maior credor da Europa, perante os Estados devedores e sugere uma atitude por parte desses países. 
Para Belmiro de Azevedo, sem a colaboração de Berlim, a Europa não consegue recuperar e são os países europeus que mais contribuem para o enriquecimento alemão. 
O empresário sugere que, se os Estados-membros optarem por comprar a países como a China, em vez da Alemanha, o Governo de Berlim poderia repensar a sua flexibilidade. »
oooOooo
Sobre a primeira destas afirmações, não sei muito bem o que passa pela cabeça do nosso grande empresário, pois se o Estado somos nós e já fomos mais espremidos que um limão, como quer ele que paguemos uma parte do salário dos trabalhadores. Estará ele a fazer-se ao piso para admitir uns quantos trabalhadores para o Grupo Sonae e pôr-nos a pagar parte do seu salário? Deus nos livre destas ajudas!

Sobre o conselho que nos dá de comprarmos as coisas à China e não à Alemanha, já é o que estamos a fazer. Mas quem convence os condutores portugueses a trocar os luxuosos Mercedes, BMW ou Audi por estes pequenos brinquedos que vêm do extremo oriente.



Eles até podem ser económicos, custarem pouco dinheiro e tudo o resto, mas a vaidade dos europeus, além do vício de pisar forte no acelerador, faz com que a primeira opção seja sempre uma daquelas máquinas alemãs que bate os 270 Kms/hora sempre que nos chega a mostarda ao nariz.



E depois há outras coisas que os alemães vêm cá vender que nos tem levado muitos milhões. Para quem está por dentro dessas negociatas, veja-se o exemplo das moderníssimas sub-estações instaladas junto dos parques eólicos da última geração. Elas funcionam em edifícios fechados, no cume dos montes portugueses, 100% robotizadas e sem um único empregado a olhar por elas. Além de levarem os milhões que nos custam e engrossarem a conta dos empresários alemães, ainda nos levam também os empregos que tanta falta nos fazem.
E a factura do TGV ainda não conseguiram que fosse passada, mas estão empenhados em consegui-lo. Mais dia menos dia, receberemos a notícia de que as verbas reservadas para este projecto pela União Europeia foram desbloqueadas para outros projectos, se o TGV descarrilar. É tudo muito simples, eles dizem que nos dão o dinheiro para essas obras e ficam com ele nas suas contas bancárias como fornecedores da coisa.
Quem não os conhecer que os compre!

Pimenta no cú dos outros...!

... para mim é refresco!
É assim que reza um ditado popular brasileiro que me veio à cabeça quando vi esta foto do Papa das Antas enervado por a polícia ter aplicado uns bons cascudos na sua gente, gente que não tem educação nem se sabe portar como gente civilizada.
Isto da rivalidade entre o Porto e o Benfica está a transformar-se numa verdadeira guerra que está a destruir o desporto nacional. No futebol tem sido aquilo que todo o mundo conhece e agora também já vemos acontecer a mesma coisa nos desportos ditos amadores. Os adeptos portistas têm um enorme complexo de inferioridade e basta-lhes ver uma camisola vermelha à sua frente para começarem a marrar como os touros. E a culpa de quem é? Pois está muito claro, do homem que desde há 30 anos os incita a este tipo de comportamentos.
Lamentável!


Quinta-feira, 24 de Maio de 2012

Arrepio na espinha!


Restos mortais do carro da EDP
envolvido no acidente de hoje
na estrada Mirandela/Valpaços.
Acompanhando o meu irmão tenho passado dezenas de vezes nesta estrada nos últimos tempos. Hoje não o acompanhei nem sabia por onde ele andava. Quando vi a notícia do acidente na televisão liguei-lhe para o telemóvel para saber se ele tinha conhecimento do acontecido e se sabia quem era o funcionário da EDP que falecera no acidente. Não me atendeu. Tentei várias vezes e nada. Comecei a medir as possibilidades de ser ele que ia ao volante daquele carro.
Só à noite consegui falar com ele e saber a razão porque não atendeu o telemóvel. Tinha-se esquecido dele em casa e andou todo o dia sem ele.

Tirinhas brasileiras!





Tá vendo? 
Conforme a gente vai conhecendo os problemas dos outros, percebemos que o nosso nem é assim, um problemãoooo!

Terça-feira, 22 de Maio de 2012

A prova do crime!


O Valdemar perguntava se não haveria algum rabo de saia envolvido na deserção da marujada referida no meu post de ontem. Ai não que não havia! Ora olhem bem para elas na fotografia tirada nessa altura!
Já o Alexandre Dumas, no Século XIX, se saiu com esta - Cherchez la Femme!

Segunda-feira, 21 de Maio de 2012

A pedido do Valdemar!

NRP "COMANDANTE JOÃO BELO"
Relato 1: - Convívio da tripulação com a comunidade portuguesa.
Durante o repasto, com o dialogo mais animado, lá íamos sabendo o que cada um fazia na Austrália, (Sydney e outras cidades costeiras). Na maioria eram empresários na área piscatória, com frotas de barcos de pesca e outros na comercialização do produto pescado.
Terminado o convívio, os nossos amigos seguiram a sua vida e nós planeamos a nossa saída nocturna.
Devido à amizade criada no convívio, alguns companheiros com mais sorte, quando saímos para terra, já tinham no cais viaturas à sua espera, próximo do navio.
No dia seguinte, o Oficial de dia, notou que a guarnição estava incompleta! Dois dos nossos camaradas não regressaram. O Mar. Clarim e um Grumete Manobra.
Como não apareceram até à hora da saída do navio, o Comandante resolveu adiar por duas horas a saída, na esperança que aparecessem. Como isso não aconteceu, foram considerados desertores, e o nosso Comandante deu conhecimento do assunto às autoridades locais.
Zarpámos de Sydney, em 01/05/1970, rumo a Brisbane (Austrália), onde atracamos em 03/05/70.
Relato 2: - Onde se mencionam as deserções.
Em 01/05/1970, zarpou de Sydney, com destino a BRISBANE, onde permaneceu até 08/05/1970. Aqui, também tivemos convívios com a Comunidade Potuguesa local, mas em menor numero, em relação a Sydney.
Neste porto, mais oito camaradas decidiram desertar, procurando uma vida melhor! Não se apresentaram a bordo, o Mar. C Nicolau, Mar. C Manuel Martins Nobre, Gmt. A ? (veio da NRP Alvares Cabral), Gmt E Nuno António Faustino Pereira, Gmt L Pedro Amorim Gonçalves Pinto, Gmt M Álvaro da Silva Costa ( O Boticas), Gmt A Telmo e o Gmt L Oliveira.
O caso de deserção com mais relevo, foi a de um camarada, que estava na escala de serviço no dia da fuga, e como não podia sair, decidiu, durante a noite, prender um cabo num dos balaustres da proa, por onde desceu, deixando no convés a farda militar. Constou-se e penso que foi verdade, que transportou a roupa civil, dentro de um saco de plástico, segurando-o com os dentes, para nadar, até alcançar umas escadas encastoadas na parede do cais.
No total foram dez as deserções. Consta que um dos desertores, o Gmt L Oliveira, foi apanhado pelas autoridades australianas e recambiado para Portugal. Quando a Fragata chegou a Lisboa, em 07/12/1970, lá estava o nosso companheiro de armas, à espera da Fragata para dar as boas vindas à Guarnição!!!

António da Silva Martins, Mar. Radarista nº 1330/66.

Comer com os olhos!

No Brasil, a edição de Abril da Playboy deu muito que falar por faltarem os mamilos nas maminhas da Aryane Steinkopf. Talvez seja um erro de photoshop, ou ainda uma habilidade do fotógrafo para esconder aquilo que o pessoal masculino mais gosta de ver, pois não parece plausível que a menina se importasse de mostrar um pouquinho mais depois de ter tudo à mostra.


Para que não restem dúvidas que a catraia tem tudo no lugar, mesmo que as maminhas sejam de "plástico" (coisa mais que provável pelo aspecto arredondado que apresentam) aqui vos deixo uma outra fotografia onde eles aparecem bem à vista.


Mas pelos vistos a rapariga tem preconceitos quanto a deixar-nos pôr os olhos nos mamilos, como se pode ver por esta outra fotografia. Deve ser daquelas que acredita que mostrar demasiada pele faz cair o "entusiasmo" dos apreciadores. Ou sentirá vergonha do fotógrafo?


Domingo, 20 de Maio de 2012

Vou deixar-me disso!


Ontem apostei, três contra um, em como o Chelsea perdia a final com os alemães do Bayern. Afinal estava completamente enganado, pois embora o clube de Londres tenha sofrido e suado as estopinhas durante 120 minutos, acabou por levar a Taça dos Campeões para Londres deixando os alemães a chupar no dedo.
Ainda por cima foi a primeira que ganharam em toda a história do clube o que lhe dobra o valor. Isto da tradição ainda é o que era, como mostra o golo do Drogba que tendo sido o melhor avançado desta equipa não merecia sair pela porta pequena. Assim todos serão obrigados a reconhecer o seu valor e escrever com letra maiúscula a história da sua passagem pelo clube londrino.


Do mesmo modo garanti a todos aqueles que pediram a minha opinião que o Sporting ganharia a final da Taça de Portugal sem qualquer dificuldade a um clube que por pouco escapou à despromoção e descida de divisão. Na verdade o Sporting vinha melhorando as suas exibições ao mesmo tempo que a Académica ia piorando e foi com surpresa que vi hoje os estudantes roubar a Taça aos leões do Sá Pinto.
Na orgânica da equipa mudou apenas a entrada do central Onyewu e a saída do Xandão e de facto o Sporting perdeu os dois jogos em que isso aconteceu. Hoje, no fim do jogo, houve quem afirmasse que o Sá Pinto não gosta dos olhos do Xandão. Será? E terá isso decidido o resultado hoje?
Começo a achar que sou eu que não pesco nada disto e o melhor que tenho a fazer é... deixar-me disso!

Sábado, 19 de Maio de 2012

Isto dá-me que pensar!


Ontem, na televisão, ouvi com alguma atenção as explicações que o advogado de Duarte Lima dava à jornalista, tentando demonstrar que a justiça não estava a fazer nenhum favor ao seu cliente, pois ele nem sequer "merecia" ter estado em prisão preventiva todo aquele tempo. Nas palavras dele o Duarte Lima era um santo que merecia ir para casa e só faltou dizer que o juiz que o mandou prender lhe devia pedir desculpa pelo incómodo.
Isto fez-me recordar um programa que vi há dias na SIC, em que o Marinho Pinto, em conversa com a Júlia Pinheiro, lhe fez esta pergunta:
- A Júlia sabe que nome se dá àquele que ajuda um ladrão?
- Cúmplice - respondeu a Júlia prontamente.
- Isso é durante a prática do crime. E depois?
- Depois como! Não se chama sempre cúmplice?
- Não. Aquele que ajuda o ladrão depois do crime cometido chama-se "advogado".
Foi uma risada geral no estúdio.
Mas voltando à nossa história, horas depois das palavras do advogado, a que me referi no início deste texto, a PJ pôs-se em campo e prendeu meia dúzia de cúmplices do Duarte Lima que ele foi forçado a denunciar durante o processo de averiguações. Então deixem-me ver se eu percebi o que se passou.
Se houve cúmplices é porque houve crime. E se houve crime todos eles fazem parte da mesma seita que nos andou a fanar o dinheirinho que agora estamos a pagar aos nossos credores. E são todos culpados e mereciam ir para a cadeia e ficar por lá largos anos. Ou não?
Então porquê foi mandado para casa? Para poupar na diária que ele comia na prisão? Essa é outra palhaçada da nossa justiça que está no centro do problema em que estamos mergulhados. Enquanto o tribunal não o der como culpado, ele é inocente e como tal tem que ser tratado. Então ele não foi apanhado com a boca na botija? Que é como quem diz, com a mão na massa?
Nestes casos o juíz devia ler o código, ver a pena a aplicar e mandar o cliente para a cadeia começar a cumpri-la de imediato. Depois deixava o processo correr no tribunal, com a calma e o vagar que o advogado quisesse. Tenho a certeza que os advogados todos deste país correriam a bom correr para abreviar os processos e tentar tirar os seus clientes da cadeia o mais rápido possível!